quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Aquecimento Global é mentira

Assim como a crise economica é uma fraude, um golpe Illuminati para controlar o dinheiro da população, existem muitos relatos de pesquisadores, professores e ciêntistas que dizem que o Aquecimento Global tambem é. Aqui em baixo tenho um pouco desses relatos.

O registro histórico das concentrações de dióxido de carbono atmosférico, usado pelo Grupo Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC) como justificativa para a redução de gás estufa, é uma fraude. A pesquisa feita por um professor da Alemanha, Ernst-Georg Beck da Escola Merian de Freiburg, mostra que o IPCC manipulou e fabricou os dados do registro pré-1957 de CO2 a partir de medições de amostras de gelo recentemente perfuradas, ignorando mais de 90.000 medições diretas com métodos químicos de 1857 a 1957.



O registro manipulado do IPCC tenta demostrar que as concentrações de CO2 têm aumentado constantemente com o progresso da civilização industrial humana. O trabalho de Beck confirma valiosas investigações anteriores que demonstram que o IPCC escolheu a dedo seus dados numa tentativa de provar que devemos parar o desenvolvimento industrial e voltar à época das carruagens a cavalo, ou enfrentar o calor opressivo e o derretimento das calotas polares. Mostra que o protocolo de Quioto para reduzir os gases de estufa foi baseado numa fraude científica que viola as leis do universo, negando a bem estabelecida determinação do clima por variações cíclicas na relação orbital Terra-Sol e na produção de calor solar.

Numa revisão detalhada de 175 artigos científicos, o Professor Beck descobriu que os fundadores da moderna teoria da estufa, Guy Stewart Callendar e Charles David Keeling (um ídolo especial de Al Gore), ignoraram completamente as medições cuidadosas e sistemáticas dos mais famosos nomes da físico-química, dentre eles vários ganhadores do prêmio Nobel. As medições desses químicos mostraram que a concentração atmosférica atual de CO2 de cerca de 380 partes por milhão (ppm) foram excedidas no passado, inclusive no período de 1936 a 1944, quando os níveis de CO2 variaram de 393,0 a 454,7 ppm.

Houve também medições, com precisão de 3%, de 375,00 ppm em 1885 (Hempel em Dresden), 390,0 in 1866 (Gorup, Erlangen), e 416,0 em 1857 e 1858 (von Gilm, Innsbruck). Ironicamente, apesar do aumento da década de 1940 estar correlacionada com um período de aquecimento atmosférico médio, Beck e outros mostraram que o aquecimento antecedeu o aumento das concentrações de CO2 .

Os dados revistos por Beck vieram principalmente do hemisfério norte, geograficamente espalhados desde o Alasca pela Europa até Poona, Índia, quase totalmente tirados de áreas rurais ou da periferia de cidades sem contaminação industrial, a uma altura de aproximadamente 2 metros acima do chão. A avaliação dos métodos químicos revelou um erro máximo de 3% até 1% nos melhores casos.

Em contraste, as medições manipuladas das amostras de gelo mostram um aumento mais ou menos constante nos níveis de CO2 , convenientemente correspondendo à idéia pré-concebida de que a atividade industrial crescente produziu um incremento constante de CO2. Como demonstrou o colaborador de Beck, o Dr. Zbigniew Jaworoswki, ex-assessor sênior do serviço polonês de monitoramento da radiação e um alpinista veterano que escavou gelo em 17 geleiras de seis continentes, as inclusões gasosas em amostras de gelo não têm validade enquanto substitutos históricos das concentrações atmosféricas. O contínuo congelamento e recongelamento e a pressurização das colunas de gelo alteram drasticamente as concentrações atmosféricas das bolhas de gás.

De acordo com a teoria do efeito estufa, o aumento da concentração atmosférica de CO2 causado pela atividade humana, como a queima de combustíveis fósseis, age como o vidro numa estufa para impedir a re-irradiação do calor solar de perto da superfície terrestre. Embora esse efeito exista, o dióxido de carbono é pequeno na lista dos gases de estufa, respondendo por no máximo 2 a 3 por cento do efeito estufa. De longe o gás mais importante é o vapor d’água. Entretanto, a água na forma de nuvens pode refletir de volta a radiação solar, causando uma redução de temperatura. Há tantos efeitos interrelacionados que correlacionar a temperatura global com a concentração de CO2 é como tentar predizer o valor de um fundo de ações com base nas fases da Lua.

A fabricação de um argumento convincente de tal correlação exige mentir de forma ampla e sofisticada, e os teóricos da estufa foram pegos. Numa deliciosa ironia histórica, pode-se dizer que foi um fundador da ciência moderna, o Cardeal Nicolau de Cusa (1401-1464), que os pegou. Nossa compreensão moderna da fotossíntese começou quando o pesquisador holandês Jan Baptist van Helmont enfrentou o desafio de Cusa (expresso na seção "De Staticis" de seu Idiota de mente ou O Leigo: sobre a Mente) para pesar uma planta e seu solo antes e depois do crescimento. Van Helmont descobriu (por volta de 1620) que o substrato que suporta um salgueiro, que tenha crescido até 77 quilos em cinco anos, alterou seu peso em menos que alguns decigramas . De onde veio a massa sólida da árvore? Ironicamente, Van Helmont, que introduziu a palavra “gás” na ciência, erroneamente concluiu que a massa da árvore tinha vindo unicamente da água aplicada.

Demorou quase dois séculos mais para descobrir o fato surpreendente de que a maioria da massa da planta, e toda sua estrutura, deriva do ar invisível e aparentemente sem peso, mais especialmente do seu componente de dióxido de carbono. Este foi o feito da revolução na química desencadeada por Lavoisier, e levada avante por Gay-Lussac, Avogadro, Gerhardt e outros no começo do Século XIX. A capacidade de colocar dois gases invisíveis num equilíbrio e comparar seus pesos demonstrou ser o segredo para a determinação dos pesos atômicos e para decifrar os segredos tanto do átomo quanto da célula.

Infelizmente para os mentirosos do IPCC, as medições da concentração atmosférica de CO2 foram um foco especial de atenção dos químicos desde a primeira elaboração do processo de fotossíntese no começo do Século XIX e suas medições cuidadosamente registradas ficaram conosco. A verdade inconveniente é que Al Gore ainda existe, mas apenas os tolos e os corredores presidenciais, assim chamados porque correm amplas quantidades de fluidos corporais de seus orifícios anteriores, dão atenção séria a suas emissões.



Em 2007 dia 8 de março, o Canal 4 da televisão britânica levou o documentário "A grande fraude do aquecimento global" (The Great Global Warming Swindle). Dirigido pelo Martin Durkin, o documentário é uma das mais devastadoras denúncias já feitas sobre a falta de base científica do catastrofismo que tem caracterizado as discussões sobre as mudanças climáticas e os temas ambientais em geral.

Contando com a participação de cientistas de escol, o filme deixa claro que as variações de temperatura observadas desde meados do século XIX são perfeitamente compatíveis com os ciclos naturais registrados ao longo da história do planeta. Durkin está satisfeito e otimista com a enorme repercussão do trabalho, que tem sido apontado como um poderoso contraponto ao documentário sensacionalista Uma verdade inconveniente, protagonizado pelo ex-vice-presidente dos EUA, Al Gore (cuja versão em livro acaba de ser publicada no Brasil pela Editora Manole).

Segundo ele, "você pode ver os problemas com a ciência do aquecimento global, mas as pessoas simplesmente não acreditam em você ? levou dez anos para conseguir realizar isso. Mas eu acho que ele irá passar à história como o primeiro capítulo de uma nova era do relacionamento entre os cientistas e a sociedade. Hoje, os cientistas legítimos ? gente com qualificações ? são os bandidos".

Um dos cientistas entrevistados, o paleoclimatologista canadense Ian Clark, mostra que, ao contrário do que sugere a tese catastrofista, os períodos de aquecimento na história da Terra antecedem em cerca de oito séculos os aumentos da concentração de dióxido de carbono na atmosfera. Embora os recentes aumentos no CO2 atmosférico sejam de origem antropogênica, ele afirma que não há qualquer evidência de que eles sejam responsáveis pelos aumentos de temperatura.

Outros cientistas ressaltaram que a maior parte do aquecimento recente ocorreu antes de 1940, antes da grande expansão econômica do pós-guerra, período em que as temperaturas estavam caindo, só voltando a subir na segunda metade da década de 1970.

O Prof. Paul Reiter, do Instituto Pasteur de Paris, uma das maiores autoridades mundiais em doenças transmitidas por insetos, faz uma grave acusação contra o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), afirmando que o último relatório do órgão não representava qualquer consenso entre os 2.500 cientistas listados pelo órgão e foi finalizado por representantes de governos que investiram bilhões de dólares para financiar as pesquisas favoráveis ao cenário catastrofista. Juntamente com vários outros cientistas, Reiter renunciou ao IPCC por conta das práticas questionáveis do órgão.

O documentário faz uma dura crítica aos esforços para reduzir as emissões de CO2 em países africanos, em que a queima de lenha dentro de casa está provocando cânceres e doenças pulmonares em milhões de pessoas, uma vez que os governos estão sendo incentivados a usar fontes energéticas "alternativas", como cataventos e painéis solares, que são incapazes de fornecer eletricidade na escala proporcionada por usinas termelétricas a carvão ou óleo combustível.

O filme encerra com as palavras de Patrick Moore, que, ironicamente, foi um dos fundadores do Greenpeace, mas deixou o movimento ambientalista desgostoso com os seus rumos: "O movimento ambientalista se transformou na força mais poderosa existente para evitar o desenvolvimento nos países em desenvolvimento... Eu acho que posso chamá-los legitimamente de 'anti-humanos'."

"A grande fraude" já está circulando amplamente na Europa em formato DVD.

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